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Quarta-feira, 7 de Março de 2007

O que é senão a vida!

Ana… e os poemas que vêm da alma!

Pois se viessem do coração havia lágrimas  de comoção!

 

A todas as pessoas;

Á breve brisa que corre hoje;

 Á leveza da passagem do momento;

À  subtileza do amor;

Á frieza do ódio;

Às quedas que damos durante a caminhada, para uns quase eterna,

para outros tão breve!

Aos anos que passam inalterados sendo nós que envelhecemos!

Mas só na carne, não no espírito…!

                            Lutemos para vencer o invencível!

 

Ao pormenor de cada minuto…

Jamais igual

Para sempre diferente…

                                 Amemos o poder da particularidade!

 

Ao pormenor de cada pessoa…

 

Quando se pode gerar,  dois seres iguais;

Quando se pode gerar, dois seres diferentes;

Ou quando se pode gerar unicamente, um ser!

 

                                 

Ana… e os poemas que vêm da alma!

Pois se viessem do coração havia lágrimas  de comoção!

 

O Tempo não pára…

Quem pára somos nós, na nossa devida hora!

E os meus poemas continuam a brotar da alma,

pois o coração, só a mim pertence!

 E os meus poemas continuam a brotar da alma,

porque só entrego o meu coração, a quem eu desejo!

 

 


publicado por cancioneiro às 16:52

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1 comentário:
De preconceitos a 8 de Março de 2007 às 19:50
Tão terno e tanto sentimento


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